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A Prefeitura de Suzano manteve a nota máxima (A) na Capacidade de Pagamento (Capag), classificação anual elaborada pela Secretaria do Tesouro Nacional, vinculada ao governo federal. O índice, que avalia o equilíbrio fiscal e a saúde financeira de estados e municípios, consolida a administração municipal no seleto grupo das cidades com melhor desempenho econômico do País, evidenciando o equilíbrio das contas públicas e a capacidade de honrar compromissos financeiros.
A metodologia da Capag adota quatro notas (A, B, C ou D) e baseia-se em três indicadores centrais (conforme detalhado na imagem image_371fd5.jpg): endividamento (relação entre dívida consolidada e receita corrente líquida), poupança corrente (despesas correntes versus receitas) e liquidez relativa (disponibilidade de caixa para cumprir obrigações de curto prazo).
O resultado mantém uma trajetória de responsabilidade fiscal que vem sendo desenhada no município ao longo dos últimos anos. Durante a gestão do ex-prefeito Rodrigo Ashiuchi, Suzano já havia conquistado a nota máxima por três anos consecutivos, marca que agora segue preservada sob a liderança do prefeito Pedro Ishi.
“Receber novamente a nota máxima do governo federal mostra que estamos no caminho certo. Uma administração equilibrada transmite confiança, amplia a capacidade de investimentos e garante melhorias para a população com planejamento”, destacou o prefeito Pedro Ishi.
O secretário municipal de Finanças, Itamar Viana, reforçou que o reconhecimento chancela uma gestão transparente. “Cria condições para que a cidade continue investindo em políticas públicas e infraestrutura sem comprometer sua sustentabilidade financeira”, disse.
O desempenho de Suzano ganha ainda mais relevância quando comparado ao restante do Alto Tietê. A região mostra uma divisão clara em relação à eficiência fiscal, separando as prefeituras que têm “sinal verde” para captar grandes recursos daquelas que enfrentam restrições sérias.
Além de Suzano, outras três cidades da região atingiram a excelência e também ostentam a Nota A:
O benefício prático: Cidades com classificação A ou B possuem excelente saúde financeira e estão legalmente autorizadas a obter empréstimos e realizar operações de crédito internacionais ou nacionais com a garantia da União (Governo Federal).
Por outro lado, quatro importantes municípios da região apresentam alto grau de comprometimento de suas finanças e amargam a Nota C:
O impacto prático: Administrações com as notas C e D não conseguem obter o aval e a garantia federal para a contratação de novas operações de crédito ou financiamentos de grande porte, o que restringe o ritmo de investimentos de grande escala.