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Começou a contagem regressiva definitiva para o eleitor brasileiro. Em todo o território nacional, o dia 6 de maio marca o fechamento do cadastro eleitoral para as Eleições 2026. A partir desta data, o sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) será bloqueado para novas inscrições, transferências de domicílio ou regularização de títulos cancelados.
A rigidez do calendário se deve ao cumprimento da Lei das Eleições, que exige o fechamento do cadastro 150 dias antes do pleito para que a Justiça Eleitoral organize a logística de votação em cada um dos 5.570 municípios do país.
Como o maior colégio eleitoral do país, o estado de São Paulo intensificou as ações para evitar o caos das filas de última hora. Na capital paulista, uma parceria entre o TRE-SP e a SPTrans colocou avisos em cerca de 13 mil ônibus, além de monitores em terminais e postos do Bilhete Único.
O foco principal é atingir os 3,9 milhões de eleitores paulistas que ainda não realizaram o cadastramento biométrico. Sem as digitais, o cidadão pode enfrentar dificuldades na identificação e, em casos de novos títulos, o procedimento é obrigatório para a emissão do documento.
A procura já disparou em todo o país. Só em São Paulo, o mês de março registrou mais de 230 mil atendimentos, com uma média diária que ultrapassa 8 mil solicitações.
Para quem reside em São Paulo ou em qualquer outro estado, as regras para este mês final são claras:
Lembre-se: O título de eleitor regular é exigido para obter passaporte, tomar posse em concursos públicos, realizar matrículas em universidades e até para receber salários de funções públicas. Não deixe para a última semana.