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A Prefeitura de Osasco marca presença, entre os dias 18 e 22 de maio, na 5ª edição do LUPPA LAB, em Caxias do Sul (RS). O encontro nacional reúne gestores públicos de aproximadamente 50 cidades brasileiras, além de especialistas, conselhos e representantes da sociedade civil, com o objetivo de discutir soluções estruturadas e políticas públicas integradas voltadas aos sistemas alimentares urbanos.
Consolidado como o maior laboratório de políticas alimentares urbanas do mundo, o LUPPA (Laboratório Urbano de Políticas Públicas Alimentares) apoia os municípios na construção de ações com abordagem sistêmica, intersetorial e participativa, alinhadas aos principais desafios sociais, climáticos e de saúde pública do país.
Durante a intensa programação de cinco dias, a delegação osasquense é representada por dois membros da Secretaria Executiva de Segurança Alimentar, Sustentabilidade e Inovação Social (SESAN): o secretário João Paulo Pucciariello Perez e a supervisora da Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar (CAISAN) e nutricionista, Luciana Sampaio.
Mais do que buscar novas ferramentas e metodologias para o fortalecimento das ações locais, Osasco viajou ao Sul do país com o status de cidade mentora. Pelo reconhecimento técnico de seus projetos, o município foi selecionado para compartilhar sua bagagem prática com outras cidades que tentam estruturar suas redes de combate à fome.
Entre os cases de sucesso apresentados pela equipe osasquense no painel de mentoria estão o Plano Municipal de Segurança Alimentar, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o funcionamento do Banco de Alimentos e o Programa Nosso Futuro, iniciativas que combinam inclusão produtiva, nutrição de qualidade e combate ao desperdício.
O LUPPA funciona como uma plataforma colaborativa e um programa contínuo de aprendizagem. O projeto foi idealizado pelo Instituto Comida do Amanhã em correalização com o ICLEI Brasil.
A iniciativa conta com o apoio pleno de grandes organizações como o Instituto Ibirapitanga, o Instituto Clima e Sociedade (ICS), a ITAÚSA, o Instituto Infinis e a Porticus, além do respaldo institucional da FAO Brasil – braço da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Alimentação e a Agricultura.